Umas das muitas vantagens da modernidade é o acesso à informação. Dessa maneira, o casal que deseja estabelecer uma relação mais íntima não precisa estar desavisado sobre a diversidade de métodos contraceptivos existentes atualmente. 

Vale dizer também que apenas os contraceptivos que formam uma barreira física no corpo impedem a transmissão de IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis), além de prevenirem a gravidez.

Essa postagem da DOUTOR THEO Clínicas Médicas explica melhor sobre os vários métodos contraceptivos disponíveis no mercado, como eles funcionam e sua eficácia.

Camisinha

preservativo
preservativos interno e externo

A camisinha é comumente chamada de preservativo masculino por ser mais usada por homens e mais amplamente procurada para venda. No entanto, existe a camisinha feminina também.

É, da mesma maneira, um método contraceptivo que forma uma barreira física, o que impede que os espermatozóides atinjam o útero. Pelo que se sabe dos registros históricos, a camisinha é o método contraceptivo mais antigo que existe. Acredita-se que, na Idade Média, usassem a membrana de intestino de carneiro para fazê-la.

Atualmente, as camisinhas são feitas de látex e possuem a forma de um pequeno capuz que deve ser colocado no pênis. Este método contraceptivo possui, em sua extremidade, um pequeno reservatório, cuja função é armazenar o sêmen e impedir que o esperma entre na vagina. Já as camisinhas femininas devem ser inseridas dentro da vagina.

Sua eficácia está, em grande parte, relacionada à qualidade do preservativo e à sua correta utilização. Muitas mulheres têm dificuldade na colocação correta do preservativo feminino, fazendo com que o índice de falha deste método aumente.

Dispositivo Intrauterino (DIU)

O DIU é um aparelho pequeno e flexível em formato de T que é inserido, por meio de intervenção médica, no interior do útero da mulher. Ele pode conter sais de cobre ou hormônio. Muitas mulheres têm dificuldade na colocação correta deste método contraceptivo.

Ele só pode ser utilizado em pacientes saudáveis, que apresentam exames ginecológicos normais e que não estejam com vaginites, tumores pélvicos, doença inflamatória pélvica (DIP), entre outros.

Diafragma

É um método contraceptivo composto por uma membrana de silicone em forma de cúpula, envolvido por um anel flexível. Existem diafragmas de vários tamanhos. É importante conversar com um ginecologista para saber o mais adequado ao corpo de cada uma e qual a forma de colocação.

O diafragma é inserido na vagina antes da relação sexual, impedindo a entrada do esperma no útero. O ideal é que este método contraceptivo seja usado em conjunto com um creme ou geléia espermicida para oferecer uma maior lubrificação e também para aumentar a eficácia.

O diafragma é um método contraceptivo que deve permanecer no corpo durante seis a oito horas depois do coito para conseguir evitar a gravidez. No entanto, ele deve ser removido dentro de 24 horas.

Pílula anticoncepcional oral (hormonal)

Conhecida popularmente apenas como pílula, esse é um método contraceptivo composto por diferentes tipos de hormônios. Ela tem a função de coibir a ovulação, evitando, assim, a gravidez. 

O uso de pílulas anticoncepcionais não é recomendado para mulheres fumantes ou que apresentem pressão arterial elevada, histórico de câncer de mama, fígado ou câncer endometrial.

O melhor tipo de pílula para cada paciente deve ser indicado por um ginecologista.

Tabelinha e coito interrompido

São as formas menos eficazes de prevenir uma gravidez, além de não prevenirem IST’s.

A tabelinha consiste em não manter relações sexuais durante o período fértil. Para isso, a mulher marca os dias do seu ciclo menstrual e, como a ovulação ocorre por volta do 14o dia, não mantém relações entre o 10o e o 20o dia de seu ciclo.

Como muitas mulheres possuem ciclos irregulares e, mesmo aquelas que têm ciclos regulares, estão sujeitas a eventuais alterações, este não é um método seguro.

O coito interrompido apresenta uma porcentagem alta de falha. Consiste na retirada do pênis de dentro da vagina no momento da ejaculação. No entanto, pode haver liberação de espermatozóides antes mesmo da ejaculação.

Há também a dificuldade de se calcular o momento exato no qual o homem deve retirar o pênis. Por essas razões, tanto a tabelinha quanto o coito interrompido não são considerados métodos contraceptivos seguros para evitar a gravidez ou impedir a transmissão de ISTs.

Contraceptivo hormonal injetável

Esse método contraceptivo é feito com uma injeção de hormônios. É preciso que ela seja administrada uma vez por mês ou a cada três meses, dependendo do tipo de contraceptivo injetado. Esse método é muito eficaz para evitar gravidez.

Anel vaginal

É um anel fino e flexível. Este método contraceptivo deve ser colocado na vagina e permanecer nela durante três semanas. Na quarta semana, ele deve ser removido e, após sete dias de pausa, deve-se inserir um novo anel. 

O diâmetro externo é de 54 mm e a espessura é de 4 mm. Este método contraceptivo contém hormônios como estrogênio e progesterona que são absorvidos para a circulação e levam à inibição da ovulação.

Sua indicação e uso devem ser feitos com o acompanhamento de um ginecologista. Esse método contraceptivo não pode ser utilizado por mulheres que apresentem histórico de coágulos de sangue, derrame ou ataque cardíaco nem algum tipo de câncer.


A DOUTOR THEO Clínicas Médicas no Rio de Janeiro é especialista em cuidados com a  saúde feminina e possui os melhores ginecologistas para cuidar das pacientes e tirar todas as dúvidas sobre as melhores formas de prevenir a gravidez e IST´s. Nossos médicos estão interessados em cuidar da saúde para impedir as doenças. Acesse o site.